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CENAS D’AS BODAS DE FÍGARO | Lagos [Arquivo]
Programação Regular

#OAOrquestra

 

O teatro de ópera tem sido, ao longo dos séculos, um lugar privilegiado para experimentar as principais emoções que podem ser vividas sem sair do lugar. No fundo, “sentir tudo de todas as formas”, como escreveu Pessoa na voz de Álvaro de Campos.

Neste concerto, convidamos algumas das vozes mais promissoras que, ao abrigo do primeiro Laboratório Artístico da Orquestra do Algarve, se dão a conhecer ao público algarvio.

No programa, uma seleção dos mais icónicos momentos d’As Bodas de Fígaro, que que nos conta a história dos amores e desamores das personagens criadas por Lorenzo Da Ponte, imortalizadas na música de Mozart, com todo o seu potencial teatral, dramático e cómico.

 

 

Programa

Seleção de árias, duetos e trios da ópera As Bodas de Fígaro de Wolfgang Amadeus Mozart.

 

WOLGANG AMADEUS MOZART (1756 – 1791)

Abertura

Cinque, dieci, venti - Figaro e Susanna

Non so più cosa son, cosa faccio - Cherubino

Non più andrai - Figaro

Porgi, amor - Contessa

Voi che sapete che cosa è amor - Cherubino

Susanna, or via sortite – Susanna, Conte e Contessa

Marcha

Dove sono i bei momenti - Contessa

Via resti servita - Marcellina e Susanna

Aprite un po’ quegli occhi - Figaro

Sull’aria - Contessa e Susanna

Deh vieni, non tardar - Susanna

Contessa perdono – Conte e Contessa

Corriam tutti - Conte, Contessa, Susanna e Marcellina

 


Carina Ferreira, Soprano

Ema Sá, Soprano

Patrícia Silveira, Mezzo-soprano

André Henriques, Barítono

Martim Sousa Tavares, Maestro

Orquestra do Algarve

 

 

14/07

LAGOS

Antigo Ciclo Preparatório (frente à C.M. de Lagos)

21H30

Bilhetes: 6€ > à venda na www.bol.pt

+ Info: T: 282 770 450 ou centro.cultural@cm-lagos.pt

 

Município de Lagos, Organização

 

_____

 

MARTIM SOUSA TAVARES

Maestro

Martim Sousa Tavares é natural de Lisboa, onde nasceu em 1991.

Formado em Ciências Musicais e Direcção de Orquestra entre Lisboa, Milão e Chicago, cumpriu este percurso com honras académicas e bolsas Fulbright e Eckstein Foundation.

Funda em 2014 em Brescia a Orchestra di Maggio, seguindo-se em 2019 a Orquestra Sem Fronteiras, com sede em Idanha-a-Nova e que se apresentou em mais de 100 localidades entre Portugal, Espanha e Brasil, tendo vencido em 2022 o Prémio Carlos Magno para a Juventude, do Parlamento Europeu e o prémio de música da Mirpuri Foundation.

É maestro titular da Orquestra do Algarve desde janeiro de 2023 e a sua atividade recente inclui concertos com a Orquestra da Rádio Nacional da Roménia, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Filarmonia das Beiras e Orquestra do Norte.

Desenvolve uma atividade intensa no âmbito da comunicação cultural, tendo assinado mais de 150 programas na RTP2, RTP Palco e Antena 2. No jornal Observador mantém uma newsletter e um podcast semanal: o mais ouvido em Portugal no domínio da música.

Colabora regularmente com o teatro e, enquanto autor, destacam-se a música para Vita & Virginia, apresentado no Teatro São Luiz em 2021, a ópera infantil O Anel do Unicórnio, estreada em 2021 e apresentada em sete cidades, e Uma Outra Bela Adormecida, a partir do conto de Agustina Bessa-Luís, numa coprodução do Teatro Nacional de São João, Lu.Ca - Teatro Luís de Camões, Cineteatro Louletano e Centro Cultural Raiano estreada em Janeiro de 2023.

No ramo da direção artística, concebeu A Boca do Lobo, um ciclo de música clássica no Lux-Frágil, assumiu a coordenação do programa cultural da candidatura de Aveiro a Capital Europeia da Cultura em 2027 e é o atual diretor do Festival de Sintra.

 

CARINA FERREIRA

Soprano

Carina Ferreira iniciou os seus estudos musicais aos cinco anos de idade na Academia de Música de Lagos. Concluiu o Curso Complementar de Música em Canto na classe da Professora Joana Godinho e, como aluna da Classe de Cenas de Ópera, participou na ópera Dido e Aeneias, onde fez o papel de Bruxa e cantou os papéis de Chava, (Fiddler on the Roof), Maria (West Side Story) e Peter Pan (Peter Pan). Concluiu o Mestrado em Ensino de Canto e a Licenciatura em Canto - Interpretação na classe da professora Liliana Bizineche na Universidade de Évora e efetuou diversas atuações a solo com a Orquestra Clássica da Academia, Algarve Camerata e a Orquestra da Universidade de Évora. Em 2012, estreou a ópera Preço do Perdão de Zoltan Paulinyi no papel solista Caçula em Évora e, em 2017, fez parte do elenco de Amália – o Musical e A Pequena Sereia de Filipe La Féria no Teatro Politeama. Como solista, participou nas óperas Os Fantasmas de Luisa Todi, A Vingança, A Nave dos Diabos e Animais, Bichos e Criaturas de Jorge Salgueiro e, em 2022, foi solista na estreia da obra É urgente o amor do compositor e maestro João Malha. Recentemente, integrou o Ensemble São Bernardo dirigido por Nuno Margarido Lopes e tem cantado a solo com diversas formações e orquestras.

 

 

EMA SÁ

Soprano

Ema de Sá, soprano, frequenta atualmente a licenciatura na Hochschule für Musik Hanns Eisler Berlin na classe de canto da professora Britta Schwarz. É bolseira da fundação Giovanni Omodeo, tendo recebido também a posição de Academista no prestigiado Rundfunkchor Berlin (Coro da Rádio) para a temporada de 2023/2024.

Trabalhou como solista em obras como Magnificat e Paixão segundo São João de Bach, Oratório de Natal de Camille Saint-Saëns, Stabat Mater de Pergolesi, Gloria de Vivaldi, Utrechter Te Deum de Handel, entre outras.

Apresentou-se em três concertos dados e organizados pela pianista Maria João Pires no seu Centro de Artes de Belgais.

Integrou várias produções de ópera, como L'Enfant et les Sortilèges de Ravel, Dido e Eneias de Purcell, e Vénus e Adónis de John Blow.

Nascida em Lisboa em 2001, inicia os seus estudos musicais na Academia de Música de Santa Cecília, onde estudou flauta transversal. Prosseguiu para a Escola de Música do Conservatório Nacional, completando o curso de canto em 2020 na classe da professora Manuela de Sá. Foi membro do Coro Juvenil da Universidade de Lisboa, atuando em diversos palcos nacionais e internacionais, ao longo de seis anos.

 


PATRÍCIA SILVEIRA

Mezzo-soprano

 

Mezzo-soprano portuguesa, Patrícia Silveira inicia o seu estudo em canto lírico no Conservatório de Música do Porto. Em 2018, muda-se para Amesterdão e integra a classe de Sasja Hunnego no Conservatorium van Amsterdam. Durante esses anos, passa a colaborar com o ensemble Holland Baroque (Países Baixos) e com a Opera Ballet Vlaanderen (Bélgica).

Foi finalista dos RTP — Prémio Jovens Músicos 20/2021 e apresenta-se regularmente em recital com o pianista Ángel González, sobretudo na Península Ibérica e com o ensemble de música antiga O Bando de Surunyo, onde assume também o papel de produtora. Como solista, soma colaborações com orquestras como Taller Atlántico Contemporáneo (Espanha), Orquestra do Norte, Orquestra Clássica do Centro e Orquestra de Guimarães (Portugal) e pisa alguns dos mais prestigiados palcos como Sala Suggia Casa da Música, Teatro Nacional de São João (Portugal), TivoliVredenburg, BIMHUIS, deBalie, CompagnieTheater Amsterdam, Kunsthal Rotterdam (Países Baixos) e Opera Ballet Vlaanderen Gent e Antwerp (Bélgica).
Atualmente, encontra-se a terminar o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Artes do Espetáculo (ESMAE) e, ainda este ano, estreia o quarteto de música contemporânea "Rostos" e estará em palco no Theatre am Delphi, em Berlim, ao integrar a produção Ariadne auf Naxos, de Richard Strauss.

 

ANDRÉ HENRIQUES

Barítono

 

É diplomado em Canto pela Escola de Música do Conservatório Nacional (classe do prof. António Wagner Diniz) e foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar Opera Performance na Royal Welsh College of Music and Drama (onde estudou com Donald Maxwell). Atualmente, aperfeiçoa-se regularmente com Lúcia Lemos.

De entre os vários projetos em que participou, destaque para a estreia absoluta d' A Canção do Bandido (de Nuno Côrte-Real/Pedro Mexia e encenação de Ricardo Neves-Neves), onde cantou o papel de Macaco, numa co-produção entre o Teatro Nacional de São Carlos e o Teatro da Trindade/Força de Produção, o papel titular de Don Giovanni de W. A. Mozart com a Orquestra Metropolitana de Lisboa (Direcção de Pedro Amaral), as partes de baixo-barítono de Die Schöpfung de Haydn na F. C. Gulbenkian (Dir. Leonardo Garcia Alarcón) e a participação num recital, inserido na série de recitais de Um Cancioneiro Português, com João Paulo Santos.

Recentemente, cantou papéis como o Baixo de A Laugh to Cry de Miguel Azguime no O'culto da Ajuda (Dir. Pedro Neves), Bellini Belcanto em O Anel do Unicórnio de Martim Sousa Tavares, numa produção do Teatro do Eléctrico, Don Parmenione da L’occasione fa Il ladro de Rossini, no Festival de Música de Sintra, Don Alvaro do Viaggio a Reims, no CCB e Officer em A Penal Colony, de Philip Glass, no Teatro São Luiz.

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